Laboratório de Extensão e Pesquisa em Arte

Sobre o Paisagens Ribeirinhas

Paisagens Ribeirinhas – ES, é uma iniciativa conjunta do NAU (Núcleo de Estudos de Arquitetura e Urbanismo) e do LEENA (Laboratório de Extensão e Pesquisa em Artes) e tem  como objetivo principal fomentar o debate interdisciplinar sobre as relações entre arte, arquitetura e os territórios ribeirinhos e costeiros, com ênfase na forma como a ocupação humana molda essas paisagens através da produção artística e arquitetônica.

O evento reúne pesquisadores, docentes, estudantes e artistas, promovendo reflexões sobre os modos de habitar e representar a arte e arquitetura nas margens das águas nas cidades, articulando campos como arte pública, paisagem urbana, patrimônio, ecologia e políticas culturais.  A programação básica sempre incluiu mesas-redondas, conferências e apresentações de comunicações que abordaram, sob diferentes perspectivas, os desafios contemporâneos relacionados à ocupação das margens urbanas. São discutidos temas como memória cultural e social, memória hídrica, práticas artísticas em territórios urbano, urbanismo ecológico, musealização de espaços e relações simbólicas entre arte, arqueitetura, cidade e água.

Histórico das Edições:

O I Simpósio Paisagens Ribeirinhas – ES, realizado nos dias 9 e 10 de abril de 2024, no auditório do CEMUNI IV, Centro de Artes da UFES, foi uma iniciativa conjunta do NAU (Núcleo de Estudos de Arquitetura e Urbanismo) e do LEENA (Laboratório de Extensão e Pesquisa em Artes). O evento teve como objetivo principal fomentar o debate interdisciplinar sobre as relações entre arte, arquitetura e os territórios ribeirinhos e costeiros, com ênfase na forma como a ocupação humana molda essas paisagens através da produção artística e arquitetônica. Essa edição integra o dossiê da edição da Revista FAROL (Qualis A3), publicada dia 28 de maio de 2025, v.21, v.32 (https://periodicos.ufes.br/farol/pt_BR/issue/view/1791), este número da revista oferece oferece um panorama instigante das inquietações contemporâneas  sobre arte pública e as áreas ribeirinhas, constituindo um vigoroso dossiê dedicado às dinâmicas das cidades fluviais e costeiras.

A segunda edição, realizada entre 22 e 23 de junho de 2026, contando coma a participação de parceiros portugueses. Seguimos no debate sobre as intervenções artísticas e arquitetônicas nas regiões marginais nas cidades. Busca seguir nossa reflexão sobre como arte e arqueitetura mudam o modo de perceber as paisagens marginais de rios, lagos, mares e outras áreas delimitadas pela relação água e cidade. Os artigos e textos das comunicações constituirão um outro dossiê na Revista Farol a ser publicado em 2027.

A terceira edição está dedicada à celebração dos 75 anos de chegada de Carlo Crepaz no Espírito Santo. Um escultor italiano que revolucionou a escultrua pública no estado. Sua obra dialoga com o espaço urbano e com os sistemas estéticos dos anso de 1950 a 1982, quando retorna à Italia. No período qeu residei no estado, foi peça fundamental para a criaçõa da Escola Estuadual de Belas Artes e, posteriormente, pela criação do Centro de Artes da Universidade Federal do Espírito Santo, criando a cadeira d emodelagem e escultura.

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